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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A Sétima Cabeça da Besta: O Império Turco-Otomano

Graça e Paz do Senhor a todos! Voltamos para mais um estudo. Como vimos anteriormente, a Besta é constituída por uma série de Impérios que dominaram o Oriente Médio e tentaram acabar com Jerusalém. Continuando o artigo anterior (se você não viu, clique aqui) vamos ver agora o que é identificado como a sétima cabeça da besta: o Império Otomano.




O Império Turco-Otomano

Não estudaremos o Império profundamente, mas em uma síntese recolheremos os seus feitos mais importantes. O que nos interessa é que esse Império foi o que seguiu dominando o Oriente depois de Roma. O Império Otomano se manteve de pé por seis séculos, tendo o seu início quando tribos turcas nômades se fixaram na Anatólia (uma região da atual Turquia), e lá difundiram a religião do Islã nas terras do Império Bizantino (para quem não lembra, esse é o Império Romano do Oriente). O nome Otomano vem do nome árabe Uthman. A inspiração veio do líder turco Uthman I que transformou as tribos nômades em dinastia imperial. O império cresceu através de batalhas e saiu conquistando todas as terras do Oriente que visse pela frente, no século XV e XVI, o império se tornou um dos estados mais fortes do mundo, dominando grande parte do Oriente Médio, Leste da Europa e norte da África; o Império era reconhecido pelo seu poderio militar.

Veremos agora as conquistas mais relevantes dos Otomanos para o nosso estudo, e como o Islã manteve acessa a chama da busca por um Império mundial.

Extensão do Império Otomano.

A tomada de Constantinopla

“Só existe uma coisa que quero: deem-me Constantinopla. ” – Sultão Maomé II

Sultão Maomé II

Com o crescimento do Império, os bizantinos foram perdendo terras para os otomanos que seguiam sempre conquistando território. O Sultão Maomé II, queria conquistar a capital do Império Romano para assim poder entrar na Europa e expandir o seu Império. 

Os turcos, depois de muita resistência dos bizantinos, tomaram a cidade sob o comando de Maomé II, o Sultão entrou na cidade pelo portão de Adrianópolis e se proclamou o Novo Cesar, e novo líder do Império Romano, além de transformar a cidade na capital do Império Turco.

Quando entrou na cidade, a primeira ação que fez foi entrar na igreja Hagia Sophia e com um machado quebrou o altar cristão e consagrou-o a Alá (havia uma lenda que dizia que a primeira pessoa que fizesse a primeira oração na Igreja de Santa Sofia iria ao paraíso) para demonstrar que uma nova fé imperava ali.
O encontro entre duas crenças, cristianismo e islamismo na Igreja Hagia Sophia, demonstrando o encontro entre os Impérios Bizantino e Otomano.
Constantinopla foi como uma rolha que quando aberta pelos turcos, deram espaço ao avanço do islamismo e do Império Islâmico em direção à Europa. Na verdade, o símbolo do islamismo, lua crescente-estrela, significa que o islã irá conquistar o universo, como uma lua que vai crescendo, inclusive até hoje a bandeira da Turquia (antigo Império Otomano) é a lua-estrela.

A lua-estrela na bandeira da Turquia traz vestígios do Império Otomano.

O cerco de Viena pelo Império Turco-Otomano

Em um pequeno resumo vamos ver o Cerco de Viena. Os Otomanos tinham planos maiores e saíram avançando para conquistar Viena, na época que a cidade era capital do Sacro-Império Romano, para que pudessem entrar na Europa ocidental e quebrar a Igreja Católica (segundo a Hadith, os islâmicos dominariam as duas capitais do Império Romano, a primeira foi Constantinopla e agora Viena).

Um secretário de guerra que presenciou o cerco da cidade de Viena escreveu:

“ No ano do Senhor 1529, Sultão Suleiman, o maior inimigo da fé cristã, partiu para Viena, com todas as suas forças a fim de derrotar o cristianismo e subulgá-lo” – Peter Stern, Crônica de 1529 (Tradução livre).

Depois descreveu as atrocidades cometidas pelos soldados contra os civis:

"Muitos milhares de pessoas foram assassinadas ou arrastados para a escravidão . As crianças foram cortadas do útero de suas mães e presas em estacas (empaladas); moças foram abusados ​​até a morte, e os seus cadáveres deixados na estrada"  - Idem.
 
Suleiman, ou Solimão, conhecido como "O Magnífico".

Muitos cristãos foram forçados a se converter ao islã, senão eram torturados, teriam os olhos queimados com brasas e o apêndice cortado.

Mas os Otomanos não tiveram sucesso contra Viena, por conta de não estarem acostumados com o clima e as condições em que estavam, o exército de Viena conseguiu vencer os Otomanos, que tiveram a sua principal arma, a pólvora, estragada por causa da chuva.

O cerco de Viena marcou o desfecho das batalhas entre os exércitos cristãos e islâmicos, e parou o Império Otomano, que era tido como invencível, que já tinham tomado quase a Europa Central, também parou com o avanço da fé islâmica pela Europa ocidental.

O Império Otomano em Israel

O Império Otomano dominou as terras de Israel e Jerusalém por muito tempo. Os exércitos muçulmanos invadiram Israel em 634 d.C, e em 638 d.C o califa Omar conquistou Jerusalém.

Então no domínio de Abd el-Malik, o Domo da Rocha foi construído em 691 d.C, o Monte do Templo foi profanado, a mesquita foi planejada dentro das medidas do templo de Júpiter, construído pelos romanos. Nesse tempo, Jerusalém se tornou a morada do califa.

Depois de passar pelas mãos do Califado Omíada e Abássida, o Império Otomano em 1517 d.C conquistou Jerusalém, através do Califa Suleiman, o Magnífico, o mesmo que tentou conquistar Viena.

Suleiman reconstruiu as muralhas de Jerusalém em 1537, construiu o Reservatório do Sultão e instalou fontes públicas por toda a cidade. Após sua morte, as autoridades centrais de Constantinopla, agora muçulmana, demonstraram pouco interesse por Jerusalém. 

Durante os séculos XVII e XVIII, Jerusalém viveu um de seus piores períodos de decadência. A partir de 1850, a cidade voltou a prosperar, com o retorno de judeus de volta para a sua terra, enquanto que o Império Otomano declinava e a Europa impulsionada pelo imperialismo capitalista, se via interessada pela Terra Santa.

O Domo da Rocha em cima do Monte do Templo, marca a presença e influência do Império Otomano e suas crenças em Jerusalém.

Os Otomanos e a Porta Dourada

Na muralha que rodeia a cidade velha de Jerusalém encontra-se a Porta Dourada, também chamada na Bíblia de Porta Oriental ou Portão do Vale. A porta conduzia ao Pátio do Templo e posteriormente aos Santo dos Santos. Veremos agora, por quê por esse e outros motivos essa porta é tão importante, e qual foi o papel do Império Otomano quanto a ela. Vamos ver esses versículos:

“Então me levou à porta, à porta que olha para o caminho do oriente. E eis que a glória do Deus de Israel vinha do caminho do oriente; e a sua voz era como a voz de muitas águas, e a terra resplandeceu por causa da sua glória [...] e caí sobre o meu rosto. E a glória do Senhor entrou na casa pelo caminho da porta, cuja face está para o lado do oriente. E levantou-me o Espírito, e me levou ao átrio interior; e eis que a glória do SENHOR encheu a casa. ” Ezequiel 43:1-5


De acordo com essa profecia o Messias atravessará o Vale de Cedron, entrará em Jerusalém e no Templo através da Porta Dourada, sabendo disso, o Califa Suleiman, o Magnífico (de novo) mandou selar o portão em 1541.



A Porta Dourada e o seu acesso ao Monte do Templo, onde atualmente está o Domo da Rocha
Suleiman pensava que assim, impediria a chegada do Messias de Israel. Mas vamos conferir outra passagem do mesmo livro, Ezequiel:

“Então me fez voltar para o caminho da porta exterior do santuário, que olha para o oriente, a qual estava fechada. E disse-me o Senhor: Esta porta permanecerá fechada, não se abrirá; ninguém entrará por ela, porque o Senhor, o Deus de Israel entrou por ela; por isso permanecerá fechada. “ Ezequiel 44:1,2.

Que interessante, tentando impedir os planos de Deus, Suleiman apenas cumpriu a profecia, tornando a Palavra de Deus mais verdadeira ainda. O Portão seria fechado e só seria aberto quando o Messias retornasse (já houveram duas tentativas sem êxito de abrir o portão).

Tempo depois, querendo parar de vez a crença dos judeus em um Messias, os muçulmanos criaram um cemitério no exterior do portão, se baseando nesse versículo: E todo aquele que sobre a face do campo tocar em alguém que for morto pela espada, ou em outro morto ou nos ossos de algum homem, ou numa sepultura, será imundo sete dias. Números 19:16

O Messias como sacerdote judeu não poderia tocar em um morto e muito menos passar por meio de cadáveres, com o portão selado e a sua estrada transformada em cemitério, a chegada do Messias estava completamente impedida.

Será que conseguiram barrar os planos de Deus? Não! A Bíblia diz em Zacarias que: E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele para o sul. Zacarias 14:4

Quando Jesus retornar haverá um terremoto que fenderá o Vale de Cedron, o Monte do Templo e o Monte das Oliveiras. Essa fenda tirará os túmulos e abrirá o Portão Dourado, Jesus entrará na cidade de forma gloriosa, entrará no Templo e de lá regerá o mundo! Só o Messias abrirá a porta como profetizado, a Palavra de Deus sempre diz a verdade!

A Porta Dourada selada, e em seu exterior um cemitério.
O fim do Império Turco-Otomano

A primeira guerra mundial foi um fator crucial para o fim da besta de sete cabeças. Envolvidos na guerra estavam a Tríplice Entente (Alemanha, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano) contra os da Tríplice Aliança (França, Grã-Bretanha e Rússia). O exército britânico, inimigo do Império Otomano na guerra, conquistou Jerusalém em 1917. 

Israel passou a ser de controle britânico até depois do fim da segunda guerra mundial. Com o término do mandato britânico, em 1948 Israel em um milagre ressurge como nação. Os países árabes se opuseram fortemente, criando a Guerra da Independência. Ao fim da guerra com os árabes, Jerusalém foi dividida em duas partes, sob o controle da Jordânia e Israel. Em 1967 Jerusalém foi reunificada e os judeus puderam ter acesso aos lugares sagrados.

Voltando aos tempos do século XX, com o fim da guerra e vitória da Tríplice Aliança, em 1923, finalmente o Império Otomano foi desmantelado e dividido, embora o Império Otomano tenha acabado, ele deixou sua marca em Jerusalém, por que foi esse Império que a reconstruiu como a conhecemos hoje e deixou no Monte do Templo o Domo da Rocha que agora é visto como símbolo da cidade. O Império foi reduzido a região da Turquia, então, a cabeça da besta foi ferida.

João diz que foi dada a besta apenas sete cabeças: E são também sete reis; cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição. Apocalipse 17:10,11. Como vimos as setes cabeças já foram ocupadas pelos Impérios: Egito, Assíria, Babilônia, Pérsia, Grécia, Roma e por fim o Otomano.

Também diz que a cabeça da besta tinha sido ferida: E vi uma das suas cabeças como ferida de morte.... Apocalipse 13:3. Uma das cabeças da besta foi ferida, cortada, então qual foi a espada que cortou a cabeça da besta? A primeira guerra mundial. Em 1922 com o fim do Império Otomano, o domínio do Oriente Médio por impérios acabou, Israel estava livre, você pode perceber o quão isso foi importante na história?! Por quê a besta está morta? Por que os Aliados destruíram o Império Otomano e como não havia outro império para o suceder, os mesmos Aliados a dividiram nos atuais países do Oriente Médio.

Estamos vivendo em um período em que a besta está morta, pois não há mais cabeças pela qual ela possa subsistir, mas João diz que o domínio imperial no Oriente Médio voltará e o mundo se maravilhará, por que a era dos impérios foi reavivada, ora os impérios dominaram o Oriente por quase 5.000 anos, e agora eles estão vivos novamente, então com avidez eles declararão: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela? Apocalipse 13:4. Ou seja, parafraseando: “Não é apenas uma guerra que pode mudar esse domínio milenar”. O próximo império que tomará um lugar junto com os sete será o do anticristo.

O Monte Sião e a cidade de Jerusalém, que no futuro será capital do reino messiânico.
Nosso estudo termina por aqui, apresentando uma nova forma de ver a escatologia e os seus fatos, que por muitos anos foram interpretados, não erroneamente, mas sem o seu sentido completo, próximo estudo que se seguirá, tentará explicar as chaves que muitos esqueceram para completar a escatologia.

Próximo episódio:

O reino do Anticristo. De onde surgirá o Anticristo?


6 comentários:

  1. Olá boa noite. Olha eu respeito o ponto de vista apresentado com relação aos sete reinados, mais eu acho que estão equivocados, pois os sete reis que é mencionado na bíblia são os cincos Papas que foram escolhidos após o vaticano ter se tornado Estado em 1929, pois vejam cinco já caíram (MORRERÃO) um existe Bento XVI, e o outro ainda não
    veio (SERÁ O ANTICRISTO) O papa Francisco não faz parte desta profecia não sei porque. E o mais importante, eu sei quem será o sétimo rei ou seja o anticristo.

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    1. Olá, aqui fala o autor do artigo.

      Também respeito a sua opinião em respeito ao Papa, mas quero lançar uma reflexão: o Apóstolo (Deus seja com ele) escreveu que o anjo lhe disse que cinco reinos já caíram (no tempo de João, o Egito, Assíria, Pérsia, Babilônia, Grécia haviam caído), um estava vivo, Roma, e outro se levantaria mas cairia. Será que essas interpretações do que afirmam ser o Papa a besta, não retira o valor histórico do livro de Apocalipse? Descreditando todos os outros cinco impérios mundiais que caíram, fixando-se somente em Roma? Não estou afirmando nada, apenas levantando uma reflexão.

      Não sei por qual embasamento você diz que o Papa é a besta, pois existem vários. O mais famoso é o de Ellen G. White.

      Escreveu a Sra. White em seu livro "O Grande Conflito" : "Que se representa pela besta, pela imagem e pelo sinal? ... Este símbolo, [...], representa o papado, que se sucedeu no poder, trono e poderio uma vez mantidos pelo antigo Império Romano. Declara-se quanto à besta semelhante ao leopardo: “Foi-lhe dada uma boca para proferir grandes coisas e blasfêmias. … E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do Seu nome, e do Seu tabernáculo, e dos que habitam no Céu. E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.” Esta profecia, que é quase idêntica à descrição da ponta pequena de Daniel 7, refere-se inquestionavelmente ao papado." - pág. 438-439.

      Daí ela sustenta a tese alegando que a Igreja Católica mudou os dez mandamentos, cristianizou as festas pagãs, impôs as heresias do castigo eterno, da alma imortal e trocou o descanso sabático, e dela saíram as filhas prostitutas (as igrejas protestantes).

      Muito tempo passou e alguns para dar porte a sua teoria, disseram que o Papa usa uma suposta tiara com os dizeres: "Vigário do Filho de Deus", o que se escreve em latim: Vicárius Filii Dei. Somando as letras que em latim tem valor de algarismos, dá a soma de 666.
      Vamos a famosa sominha:

      V I C A R I U S F I L I I D E I

      5 1 100 - - 1 5 - - 1 50 1 1 500 - 1 = 666

      Já está mais que comprovado em qualquer blog de internet por ai, que 1)Essa tiara é duvidosa, nunca vista por alguém 2) Essa soma aplica-se também ao nome da própria White. Acrescento que João escreveu o livro em grego e não em latim. Também afirmo que o Papa nunca recebeu o título de Vigário do Filho de Deus, mas sempre foi e é chamado de "Servo dos servos de Deus", "Bispo de Roma", "Vigário de Jesus Cristo", "Patriarca do Ocidente".

      Até os próprios adventistas estão negando que o Papa seja a Besta 666: “Trata-se de um “acordo de respeito mútuo” assinado pelas lideranças da Igreja Adventista e da Igreja Católica na Polônia (terra natal do Papa João Paulo II). Através deste acordo a Igreja Adventista se compromete a respeitar a Igreja Católica e a Igreja Católica se compromete a não considerar a IASD como uma seita. Quem assinou o acordo foi o presidente da IASD na Polônia (Pr. Wladyslaw Polok) e o Arcebispo Alfons Nossol, diretor da Comissão de Assuntos Ecumênicos. Respeitar a Igreja Católica e não chamá-la de Babilônia é uma tendência mundial na Igreja Adventista que pode ser comprovada com uma simples leitura da lição.” Fonte: http://www.adventistas.com/maio2000/art2905200001.htm.

      Ainda há muito que poderia falar sobre as acusações contra o Papa e suas respectivas respostas, mas deixo isso para os livros e internet que estão cheio delas.

      Continua...

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    2. Acontece meu amigo Paulo Vianna, que muitos não querem pesquisar, estudar e refletir, mesmo diante de evidências, mas preferem a zona de conforto: acreditar naquilo que é conhecido; num pouco provável Anticristo Europeu (ou na visão adventista, Papa e católico) que dominará o mundo inteiro em um bloco de dez super nações.

      Não quero mudar a sua opinião, nem catequizá-lo, pois isto não cabe a mim. Devo apenas dar uma luz para mostrar o caminho. Coincidentemente, daqui a poucos dias sai um artigo referente a Roma Papal e o Império Romano do Ocidente, onde estudaremos a sua história a fim de apurarmos os fatos. Fique conosco.

      Que a Graça de Deus que é nossa por estarmos unido com Cristo, seja com você para sempre.

      Com amor e em Cristo,
      Maxwell.

      Deus sabe mais!

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  2. Na escatologia islâmica també é epsrado um "messias" um profeta que virá para apoiar o grand elíder califa que reunificará o império otomano (hoje o presidente da Turquia já fal e se intitula o grande líder político). Este "Messias" na visão islâmica é o próprio Jesus que virá para dizer ao mundo com sinais e maravilhas que Alá é o Deus verdadeiro...não é a toa que Jesus disse em Mateus 24 que se aqueles dias não fossem abreviados ninguém se salvaria tanto será o poder deste profeta que fará milagres (se possível enganaria os escolhidos...). Poís é, o islã também espera oretorno de Jesus...Por isso apocalipse o chama de falso profeta...não é o nosso messias e profeta Jesus de Nazaré (Yeshua Hamashiach)...Não acredito que o anticristo venha do ocidente, Europa, ou que seja o papa, etc...eu creio que virá do Islamismo...

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  3. Na escatologia islâmica també é epsrado um "messias" um profeta que virá para apoiar o grand elíder califa que reunificará o império otomano (hoje o presidente da Turquia já fal e se intitula o grande líder político). Este "Messias" na visão islâmica é o próprio Jesus que virá para dizer ao mundo com sinais e maravilhas que Alá é o Deus verdadeiro...não é a toa que Jesus disse em Mateus 24 que se aqueles dias não fossem abreviados ninguém se salvaria tanto será o poder deste profeta que fará milagres (se possível enganaria os escolhidos...). Poís é, o islã também espera oretorno de Jesus...Por isso apocalipse o chama de falso profeta...não é o nosso messias e profeta Jesus de Nazaré (Yeshua Hamashiach)...Não acredito que o anticristo venha do ocidente, Europa, ou que seja o papa, etc...eu creio que virá do Islamismo...

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  4. Boa tarde Maxwell! Fazendo uma pesquisa encontrei seu blog. É até difícil para escrever, pois sofremos um acidente gravíssimo voltando do RS, sou do interior de SP, onde acapotamos e do carro não sobrou nada. Isto foi por volta das 7 da manhã no domingo de carnaval, eu tive alta as 22, quem vê o carro diz que não ficou ninguém vivo, porém pai ficou internado em Curitiba, ele estava em coma induzido, mas tiraram o sedativo, porém não respondeu. Quebrou várias costelas e para piorar teve uma infecção generalizada devido ao mal funcionamento do pulmão. A médica acaba de me ligar e diz que seu quadro é irreversível e quer saber nossa posição, pois pode haver uma parada cardíaca e como médicos tentarão reanimá-los, porém será prolongar o sofrimento. Estivemos lá nesta quarta e vimos sua situação. Peço a oração dos irmãos. Bom! Apesar de tudo isto, amo estudar as escrituras, tenho mais de 3 mil livros e talvez a mesma quantia em revistas e apostilas, percebi que também é um pesquisador. Há décadas que entendo que o anticristo, o último império virá do Islã, não li todo seu post ainda, mas vejo em Ap 13 que a palavra para mar, Thalassa, provavelmente refere-se ao mar Vermelho/Mediterrâneo, isto está de acordo com Jr 49:21A terra estremeceu com o estrondo da sua queda; e do seu grito, até ao Mar Vermelho se ouviu o som.
    Para mim Ap 18 é literal e creio no ressurgimento da Babilônia. Li em um jornal árabe recentemente uma notícia cuja chamada era "O Renascimento da Babilônia do Século XXI", onde a Inglaterra está injetando 14 bilhões de dólares no Iraque. Poderia ficar aqui apontando versos, mas veja que interessante em Ap 20:4, que diz que o anticristo degola cristãos, que no grego é literalmente cortar com um machado, agora pense, hoje temos bomba atômica, fuzis, drones, etc e os caras vão degolar as pessoas, até parece algo da idade média, mas não é isto que acontece hoje? Quem persegue os cristãos? E o que fazem se não aceitam sua religião e lei política? Sim! O anticristo não tentará impôr sua religião e política? Que religião faz isto hoje? O que diz Daniel? Que ele mudaria tempos e leis, aqui tanto pode ser a lei de um rei, do homem ou de Deus. Você já viu na Inglaterra zonas (bairros) onde a lei é a Sharia? Assim também em outros países que "adotaram"o Islã. Tem alguns brasileiros falando sobre isto, um aqui no Brasil, o Natan Ruffino, Jefferson Neto nos EUA e o que mais estimo Rodrigo Silva que até escreveu um livro com umas 400 páginas sobre o assunto e entende muito de política e economia tanto no mundo árabe quanto europeu. Um forte abraço.

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