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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Leviatã e Behemoth, quem são essas duas criaturas mencionadas na Bíblia?

Graça e Paz a todos. Voltamos com mais um estudo bíblico. Hoje estudaremos duas criaturas mencionadas nas Escrituras e em vários outros livros, o Behemoth e o Leviatã. O nome do Behemoth é transcrito do hebraico (בהמות) como Bəhēmôth, Behemot, B’hemot. O nome vem do plural do hebraico “Bəhēma” (animal), e significa “bestas”, “animal grande”, “animal por excelência”. Já Leviatã quer dizer literalmente, “animal que se enrola”, acredita-se que o nome venha de uma raiz hebraica para “espiral”, já que o nome “liwyathán” dá a ideia de algo espiralado ou encaracolado.

Representação artística da luta entre Behemoth e Leviatã

O Behemoth é um animal gigante muito forte que vive em terras secas, é representado por um touro, um hipopótamo ou um búfalo d’água, enquanto que o Leviatã é muitas vezes descrito como uma serpente marinha gigante, um dragão e até mesmo uma baleia. Vamos estudar agora várias teses tecidas sobre essas duas bestas e avaliar o que cada uma diz sobre elas.

Demonologia

O Behemoth é a personificação do próprio Satanás em forma de elefante (lembrando que foi na Idade Média que começou a se ter a preocupação de identificar o Behemoth, e a partir daí a besta das lendas judaicas passou a ser um demônio, mas essa ideia de que o monstro era um demônio nunca foi citada antes em nenhum escrito). Para o demonologista D. J. MacAdam, Behemoth é o demônio da força animal. Há mais coisas na demonologia sobre o leviatã do que sobre o behemoth. O leviatã é um dos maiores demônios que existem. É o demônio das águas e atua fortemente na América do Sul, principalmente no Brasil, pois o país possui uma das maiores reservas de água doce do mundo e tem uma costa vasta ligadas ao oceano. O demonologista Wierius chama-o de "O grande embusteiro" ou "o grande enganador" pela facilidade com que triunfa em lances políticos, tratados comerciais e intrigas palacianas, alguns atribuem o caos político da América Latina ao demônio Leviatã. Quando é visto, assume aparências multiformes tão maravilhosas que dão vertigem a quem o vê. É especialista em possuir mulheres famosas, apesar de ser um demônio andrógino. É dado como um dos quatro príncipes coroados do inferno, representa o Oeste nos quatro pontos cardeais. Dos quatro elementos representa a água.  Na tradição da cabala, o Leviatã simboliza Samael, o príncipe do mal que se fingiu de serpente e enganou Eva, Samael é o esposo de Lilith. 

Criacionistas

Para alguns criacionistas o Leviatã e o Behemoth são seres reais que existiam no tempo de Jó, muitos veem essas bestas como animais comuns figurados majestosamente em poesias, outros dizem que se tratam de dinossauros. Samuel Bochart (1599-1667) atribuiu a forma do Behemoth ao hipopótamo (Hierozoicon, III. 705), e Jablonski correspondeu esse animal a forma egípcia “p-ehe-mu”, o búfalo d’água. Mas essas teorias parecem não se encaixar na seguinte descrição: Quando quer, move a sua cauda como cedro; os nervos das suas coxas estão entretecidos. Os elefantes, hipopótamos, touros, leões, não tem uma cauda como um cedro, uma árvore tão grande e forte. O biólogo Michael Bright sugere que “mover” tem o sentido de escovar, sendo assim, pode-se muito bem aplicar esse verso a animais comuns. Alguns veem uma referência ao membro reprodutor do animal, já que a palavra hebraica para mover pode ser também traduzida como estender, no v. 17 diz que os nervos estão duros como rocha, a versão vulgata traz “testiculorum”, testículos, nesse versículo. O criacionista Henry Morris, acredita na existência do Leviatã como um dinossauro aquático e no Behemoth como um dinossauro herbívoro. O Leviatã, segundo ele, se encaixa perfeitamente no Plesiossauro, enquanto que o Behemoth poderia ser o Braquiossauro, um dinossauro formidavelmente gigante, era de 23 metros de cumprimento por 12 metros de altura! Sua cauda parece, impressionavelmente, com um cedro.

Para alguns criacionistas o Behemoth é o mesmo que o Braquiossauro, repare na semelhança do dinossauro e da descrição bíblica

O elasmossauro, da ordem da
de répteis marinhos plesiossauria, se parece com o Leviatã
Literatura judaica:
 
O Behemoth e o Leviatã citados em Jó, são originários de lendas judaicas. Então ninguém melhor para conhecer uma lendo do que o próprio povo que a criou. Nas lendas judaicas o Behemoth possui o tamanho de mil montanhas, bebe tanta água que um rio especial emana do paraíso para saciar a sua sede. Ruge no mês de Tamuz, para amedrontar os animais selvagens e mantê-los sob controle. De acordo com um midrash (estudo bíblico rabínico), o Leviatã foi criado no quinto dia da criação, Deus criou um macho e uma fêmea, mas viu que a sua reprodução poderia destruir o mundo, matou a fêmea e reservou a sua carne para ser dada aos santos no advento do Messias (Talmud babilônico Baba Bathra, parte 74a),outras versões dessa lenda dizem que o Leviatã é uma criatura primevas, criaturas que existiam antes da criação e tiveram que ser derrotadas por Yahweh antes da criação da Terra e Céu. Yahweh mata a fêmea Leviatã, e com a sua pele delimitou a fronteira do espaço profundo e fez roupas para Adão e Eva. R. Johanan, escreveu um Haggadot (ensinamentos e exposições) quase inteiramente sobre o Leviatã, ele diz: Uma vez estávamos viajando em um navio, e vimos um peixe que pôs a cabeça para fora da água. Ele tinha chifre sobre o qual estava escrito: ‘Eu sou uma das criaturas mais malvadas que habitam o mar, eu tenho trezentas milhas de comprimento. E o dia de hoje entrou para as mandíbulas do Leviatã (B.B 74a). Na continuação de sua descrição, ele diz que ele envia da sua boca um calor tão grande que pode fazer ferver todas as águas dos mares, seu cheiro é tão podre que supera até as fragrâncias do éden e se ele colocar a sua cabeça no paraíso, nenhuma criatura lá sobreviveria. Ele vive no mar mediterrâneo e o rio Jordão deságua em sua boca (Bechorot 55b, B.B 74a). Na sua viagem, ele narra que viu subitamente uma luz, e era os olhos do Leviatã. Todo o corpo do Leviatã é brilhoso, mas os seus olhos podem iluminar a milhas de distâncias (B.B 74a, e Dicionário Judaico de Lendas e Tradições, de Alan Uterman). Apesar da sua força, o Leviatã tem medo de um verme chamado “kilbit”, que entra nas brânquias dos peixes e os mata (Talmud babilônico, Shab. 77b).

O Leviatã é fortemente ligado ao advento do Messias na escatologia judaica, o rabino R. Judah, filho de Simão, diz que aqueles que não tem parte com esportes pagãos poderão participar da caça ao Leviatã e ao Behemoth no paraíso. Ainda segundo a escatologia judaica, o Leviatã e o Behemoth são criaturas inimigas, o Behemoth tem a missão de matar o Leviatã. No fim dos tempos, Gabriel será chamado para matar o Leviatã, mas não conseguirá, então Yahweh ordenará que o Behemoth entre na batalha, tal luta resultará na morte dos dois monstros (B.B 75a, Pesik, p. 188b). Então a carne do Leviatã será servida aos justos e haverá mais abundâncias que no mercado de Jerusalém (B.B 74a). Com a pele do monstro, Yahweh cobrirá o teto do grande banquete, fará tendas para os justos de primeira ondem, cintas para os de segunda, correntes para os de terceira e colares para os de quarta, o resto da pele será espalhado pelos muros de Jerusalém e o mundo será iluminado por ela (B.B 74a).

A maioria dos rabinos interpretam as passagens da Bíblia Judaica e do Talmud como simbólicas, salvos os mais ultraconservadores que as tem por literal. Uma interpretação diz que o banquete se refere ao gozo intelectual dos justos no paraíso e que o Leviatã é um animal irreal, personificado na mistura dos mais variados animais. Para os cabalísticos a “serpente tortuosa” são Samael e sua esposa Lilith (Emek-ha-melek, p.130a), o rabino Khimi Abravanel compara a destruição do monstro com a aniquilação dos povos hostis aos judeus.

Outros apócrifos e livros extra bíblicos citam os dois monstros. O livro de Enoque 60.7-9 diz: “Naquele dia [dia do julgamento] serão produzidos [algumas versões trazem “preparados como alimentos” ou então “separados”] dois monstros, um monstro fêmea, cujo no me é Leviathan, habitando nas profundezas do mar, acima das fontes de águas; e um monstro macho, cujo nome é Behemoth, o qual, possui, movendo-se em seu ventre, o deserto invisível [outras versões dizem: o qual tem a sua barriga deitada no deserto de Dendain*] ao leste do jardim onde os eleitos e os justos habitarão. E roguei daquele outro anjo, que ele me mostrasse o poder desses monstros; como eles foram criados, o que está sendo colocado no fundo do mar e outro no deserto seco. E ele me falou: ‘ó filho do homem, tu estás aqui desejoso em saber o que está escondido? ”

Também o livro de 2Esdras 6.49-53, de uma maneira menos radical, cita detalhes da criação dos dois monstros e onde Deus os colocou, o Behemoth nas mil montanhas, sendo todos os animais terrestres e o Leviatã no mar. O apocalipse siríaco de Baruch 29.4 cita a luta dos dois seres. Nas lendas judaicas existe ainda outro monstro, Iziz, um pássaro gigante que habita os céus e foi criado junto com o Leviatã e o Behemoth. 

Luminura de uma Bíblia de Ulm, de 1238 representando o Leviatã, Behemoth e Iziz.

Bíblia



O Behemoth aparece na Bíblia em Jó 40.15-24 e o Leviatã em Jó 41.1-34 e em Salmos e Isaías. As descrições dos dois seres aparecem na Bíblia de uma forma mitológica e poética, visto que o livro de Jó carrega muitos símbolos. Estudiosos da Bíblia afirmam que os dois monstros não são reais, mas que eles aparecem na Bíblia para mostrar a força de Deus. A ordem de Deus a Jó: “Contemplas agora o behemoth...” pode mostrar que esse monstro não existia, “contemplas” poderia ser usado por Deus ironicamente para mostrar a fraqueza de Jó, que não poderia ver o princípio da criação quando Deus criou a fera, essas mesmas ironias estão por todas as respostas de Deus a Jó nos capítulos 38-41. Em Jó 40.19 é dito: Ele é o princípio dos caminhos de Deus; o que o fez o proveu da sua espada. Algumas traduções trazem primeiro ou chefe em vez de princípio, assim como em Provérbios 8:22, o que pode demostrar um ser único e inigualável, não algo que Jó pudesse ver, como um dinossauro ou um hipopótamo, mas uma criatura real. Jó 40.20 sobre o Behemoth: Os montes lhe produzem pasto, onde todos os animais do campo folgam, e Jó 41.34 sobre o Leviatã: Ele vê tudo que é alto; é rei sobre todos os filhos da soberba. Nesses versículos, o Behemoth é, mitologicamente, uma criatura primitiva que é senhor de todos os animais que vivem em terra seca, enquanto que o Leviatã é rei de todos os da água, ambos inconquistados pelo homem, coisa que somente Deus poderia fazer. Gunkel ("Schöpfung und Chaos," p. 62) sugere que o Behemoth e o Leviatã correspondem ao monstro mitológico Babilônico Tiamat (abismo) e Kingu (serpente) alguns comentaristas encontram também em Is 40.6 (“ negeb bahamot " = " Besta do Sul “) uma referência para o hipopótamo.


Alguns veem a identificação do Leviatã no crocodilo, ou até mesmo uma baleia, como diz Salmos 104.25-26 que o Leviatã folga no mar entre os navios, todas as passagens bíblicas relacionadas ao Leviatã envolvem água, com exceção de Jó 3.8, fazendo dele uma criatura aquática. Muitas vezes a palavra hebraica mar (yam), nem sempre quer dizer um vasto mar, mas pode se referir mesmo a um grande corpo de água, até mesmo dentro de um país, como o mar da Galiléia (Números 34:11; Josué 12:3) ou mesmo a um rio, como o Nilo (Isaías 19.5) ou o Eufrates (Jeremias 51:36). A descrição de Jó 41.1-34 harmoniza-se bem a um crocodilo e o “mar” do verso 31 provavelmente se refere a um rio. Alguns crocodilos do Nilo, encontram-se ao longo da costa marítima, e às vezes vão a uma longa distância mar adentro. O salmos 74 fala da libertação do povo hebreu do Egito e da sua travessia do mar vermelho: Tu dividistes o mar pela tua força; quebrantastes as cabeças dos monstros marinhos. Fizestes em pedaços as cabeças do Leviatã, e o deste como mantimento aos habitantes do deserto – Sl 74:13,14. Assim como no Livro de Jó, o salmista se utiliza de poesia para repassar a sua mensagem. O termo monstros marinhos (thanniním) inclui também o Leviatã, a quebra das cabeças do Leviatã pode se referir ao Faraó (Leviatã) e ao seu exército (as cabeças), algumas versões em aramaico trazem “poderosos de Faraó” em vez de “cabeças do Leviatã”. A caça a crocodilos e a hipopótamos era um esporte perigoso associado a realeza egípcia, nos levando a mais uma ligação do Leviatã ao faraó. Em Ezequiel 32:2 e 29.3-5, figura faraó como o “grande dragão” ou “grande monstro marinho” que passeia pelo Nilo, Isaías 27.1 personifica as nações contrárias a Israel no Leviatã, os versículos seguintes nos aludem ao Egito e a Assíria, a Septuaginta traz “dragão” em vem de Leviatã, alguns estudiosos interpretam isso como o dragão de Ap 12 e a Besta marinha de Ap 13, representando um poder internacional que vão contra Deus e Israel


Conclusão:

Independente de tudo, é impossível negar que o Behemoth e o Leviatã, no livro do Jó, foram usados simbolicamente, Deus se utilizou do conhecimento da época para dar lições a Jó em suas respostas. O Leviatã e o Behemoth são mostrados como animais indomáveis por Jó e pelos homens, mas Deus pode vencê-los, mostrando a autoridade e o domínio de Deus por toda o mundo, seja na terra seca ou no mar.


Citações a lendas, folclores e a outros ídolos são aparecem diversas vezes na Bíblia, principalmente me livros poéticos, como Jó e Salmos. O livro de Jó traz outras lendas além das do Leviatã e Behemoth. Jó 3.8 diz: Amaldiçoem aquele dia os que amaldiçoam os dias e são capazes de atiçar o Leviatã. Mais uma vez Jó de maneire poética cita uma lenda, segundo o pensamento antigo o Leviatã representava as forças do mal e era domado por feiticeiros, Jó faz uso dessa lenda e pede para que os feiticeiros mandem o Leviatã comer a noite em que ele nasceu. Há ainda a citação de outro monstro e outra fábula nos discursos do livro: Com seu poder agitou violentamente o mar; com sua sabedoria despedaçou Raabe. Com seu sopro os céus ficaram límpidos; sua mão feriu a serpente fugitiva – Jó 26.12-13. Na resposta de uns dos amigos de Jó, Bildade, usa outra lenda, a do monstro Raabe* para mostrar as ações de Deus. Raabe também é citado em outros livros, como em Salmos 89.10. Esse monstro, na ideia dos pagãos representa a força do mal e a desordem, sua menção mostra o poder de Deus sobre ele. Ele também fala sobre a serpente, que é o Leviatã, e do Mar, que será explicado em seguida.

*Raabe: Em hebraico essa palavra representa um monstro, a ação de orgulhar-se ou um codinome para o Egito. Algumas versões não trazem o nome do monstro nos versos de Jó, mas usam o nome "Egito" ou "soberbos".Jó 9.8: Deus sozinho estendeu o Céu; ele pisou sobre as costas do Mar (NTLH). Na mitologia dos antigos há uma estória em que um monstro, o Mar, foi derrotado pelos deuses. Essa lenda é contada na Bíblia como forma de descrever a ação de Deus na criação, pondo ordem nas coisas (ver Jó 7.12; 26.12; 38.8; Salmos 74.13).


O Salmos 82:1-5 traz uma narrativa bem interessante: “Deus está na congregação dos poderosos; julga no meio dos deuses. Até quando julgareis injustamente, e aceitareis as pessoas dos ímpios? Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado. Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios. Eles não conhecem, nem entendem; andam em trevas; todos os fundamentos da terra vacilam. ” Tal conselho dos deuses não existe, mas segundo o pensamento dos conterrâneos do salmista, cada nação tinha um deus, que deveria garantir os direitos e o bem-estar das sociedades que o adorassem. O salmista diz que o Deus de Israel se destaca nesse conselho por ser o Deus mais misericordioso e poderoso, a ponto de repreender os outros deuses. Essa alusão mostra que o SENHOR é dono de toda a Terra e os ídolos são tolices.


Nos tempos de Jesus algumas lendas persistiam, como em João 5.1-8 em que as pessoas criam que um anjo descia ao tanque e tocava as águas e o primeiro que entrasse nelas seria curado. Jesus curou um paralítico sem a ajuda de água e anjo nenhum, para mostrar que o dono do milagre estava na terra.Tais contos aparecem na Bíblia para exaltar a Deus e mostrar o seu poder perante as tradições e outros deuses.


Diante de tudo isso, podemos tirar alguns ensinamentos.1) O Leviatã e o Behemoth figuram as pessoas vaidosas e orgulhosas que são mencionadas em Jó 40:11-14. Jó não poderia abater os orgulhosos, mas Deus sim e é isso que Ele irá fazer. 2) ao olharmos a magnitude desses dois monstros, devemos lembrar do seu criador e da inteligência e esplendor de Deus. 3) Deus domina as suas criaturas, além de domar seres tão poderosos, quanto mais a nossas vidas e as nossas tribulações. 4) Devemos nos chegar humildemente a Deus, conhecendo a sua força e majestade. 5) O Leviatã mostra a bondade de Deus, pois ele está confinado ao mar. O Leviatã é descrito muitas vezes como uma serpente ou um dragão, o que significa que ele pode representar Satanás. O fato do Leviatã estar preso no mar por Deus, nos revela que o poder de satanás é limitado e sujeito ao Senhor. Com certeza Jesus pode subjugar todos os nossos "leviatãs", os nossos maiores problemas. Confiemos que o Senhor não deixará a serpente, o diabo, se enroscar em nossas vidas.



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Que a Graça e o Livramento de Deus sejam com todos nós, em todos os nossos caminhos.
Para a realização desse estudo foram usadas fontes da de livros, Bíblias de Estudo e sites. 

As ideias expressas no mesmo são de total responsabilidade do autor,

Por Maxwell Marques,


Deus sabe mais.

6 comentários:

  1. gostei também deste blog!
    homemdomeio.blogspot.com.br

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  2. PORQUE DEUS USOU A PASSAGEM DO LEVIATÃ PRA JO O QUE OUVE PRA QUE ELE FALASSE ASSIM?

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  3. Excelente, parabéns pela pesquisa.

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