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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Para televisão russa, Terceira Guerra Mundial já começou!

QUE A PAZ DO SENHOR JESUS INUNDE OS VOSSOS CORAÇÕES.


Graça & Paz a todos!

Irmãos, eu não sou de postar esse tipo de coisa qui, pois acredito que muitas pessoas constroem um blog pra postar sensacionalismo com esse tipo de matéria. Salvo alguns blogs, mas verdadeiramente esse tipo de matéria é o que mais da views pra um blog/canal. Postei um vídeo sobre a III Guerra e tem mais de 300 views. Minhas postagens normais mal chegam a duzentas views, mas isso não importa. O importante é que as postagens alcancem os corações certos. Mas esse post não posso deixar de fazer pois acredito que eles estejam ligados a dois sonhos que postei aqui que dão as datas de 2020 e 2021. Um desses sonhos diz que quanto mais perto de 2020 chegarmos mais as coisas iriam piorar. Irei deixar os sonhos no final da postagem, pra quem não viu, ver. Leia a matéria abaixo!

(Click em Continue Vendo)

Quero ressaltar que eu estava cético sobre essa informação, pois ela começou a circular por sites e blogs que não tem nenhuma credibilidade ou são sites que já postaram coisas sem fontes concretas, por isso ignorei. Mas a Isto É postou essa matéria em seu site, e como todos sabem, é um site de credibilidade. Claro que eles também podem errar, como a Veja já errou ao acusar o Senador Romário usando informações falsas de que ele tinha um número "X" de dinheiro em um banco na Suíça. Mas enfim, só estou falando isso pra que saibam que nem tudo é 100% confiável, se esses sites são passíveis de erros, imaginem esses blogs e sites que gostam de sensacionalismos.



A Matéria.

"O cenário de uma Terceira Guerra Mundial é remoto, mas quem ligar a televisão na Rússia vai se surpreender ao saber que, na verdade, ela já começou.


Na principal emissora pública do país, o apresentador do programa estrela do domingo à noite anunciou que as baterias antiaéreas russas na Síria vão “derrubar” aviões americanos.

O canal de notícias 24 horas Rossia 24 exibiu uma reportagem sobre a preparação de abrigos antinucleares em Moscou.

Em São Petersburgo, o canal digital Fontanka diz saber que o governador quer racionar o pão diante de uma futura guerra, embora as autoridades garantam que a única coisa que estão tentando fazer é estabilizar o preço da farinha.

Na rádio, debate-se sobre exercícios de “Defesa Civil”, os quais, segundo o Ministério de Situações de Emergência, mobilizam 40 milhões de russos durante uma semana. O objetivo: evacuações de edifícios e simulações de incêndio.

Se o visitante preferir passear pelas ruas de Moscou a ver televisão, é muito provável que esbarre em um dos imensos grafites “patrióticos” dos artistas pró-Putin da organização “Set”, que tomam os prédios. Em um deles, vê-se, por exemplo, um urso – símbolo da Rússia – distribuir coletes à prova de balas a pombas das paz.

Esse enaltecimento da iminência de uma “Terceira Guerra Mundial” ganhou cada vez mais espaço com a ruptura, em 3 de outubro, das negociações entre Washington e Moscou sobre a guerra síria, após o fracasso de um cessar-fogo negociado em setembro entre as duas potências em Genebra.

Uma ruptura com consequências.

As bombas russas e sírias transformaram Aleppo em um “inferno na Terra”, segundo a ONU, avivando as críticas dos países ocidentais.

No terreno, o Exército russo mobilizou em sua base naval do porto sírio de Tartus baterias antiaéreas S-300, artefatos capazes de destruir caça-bombardeiros. Uma demonstração de força que não é dirigida aos extremistas, nem aos rebeldes sírios, mas à Marinha e aos aviões americanos.

Confrontação

Em Moscou, onde os jornalistas russos e ocidentais dormem e acordam com os comunicados do Ministério da Defesa, os veículos de comunicação plasmam e amplificam o clima de confrontação.

O porta-voz do Exército russo, general Igor Konachenkov, lança advertências à Casa Branca, ao Pentágono e ao Departamento de Estado dos EUA.

“Lembro aos estrategistas americanos que os mísseis antiaéreos S-300 e S-400 que garantem a cobertura aérea das bases russas de Hmeimim e de Tartus têm um raio de ação que pode surpreender qualquer aeronave não identificada”, advertiu o general Konachenkov, em 6 de outubro, em uma ameaça velada aos Estados Unidos.

Na emissora pública Rossia 1, o apresentador Dimitri Kisilev, que também é chefe da agência de notícias Ria Novosti, resume a declaração do general Igor Konashenkov para “pessoas comuns, como eu e você”: “derrubaremos” os aviões americanos.

Em seguida, ele revela o “plano B” dos Estados Unidos na Síria.

“O plano B é, em linhas gerais, que os Estados Unidos recorram diretamente à força contra as forças sírias do presidente Bashar al-Assad e contra a aviação russa”, relata.

“Deve-se temer provocações? Foi assim que os Estados Unidos entraram em guerra no Vietnã”, conclui Kisilev, advertindo os ocidentais de que os mísseis estacionados em Kaliningrado, território russo próximo à Polônia, podem carregar ogivas nucleares.

“A Rússia atual está mais do que preparada, sobretudo psicologicamente, para a nova espiral de confrontação com o Ocidente”, resume o cientista político Gueorgui Bovt, em uma tribuna no veículo digital Gazeta.ru.

Bovt avalia os cenários possíveis, levando-se em conta as dificuldades econômicas da Rússia. No primeiro deles, otimista, as duas potências “chegam a um acordo sobre novas condições de coexistência, como uma espécie de Ialta-2”, referindo-se à distribuição das zonas de influência entre os Estados Unidos e a então União Soviética, após a Segunda Guerra Mundial. O outro é catastrófico. A Rússia reagirá, partindo da máxima “se não se pode evitar o confronto, deve-se ser o primeiro a bater”.

Em recente entrevista à Ria Novosti, o último presidente soviético, Mikhail Gorbachov, alertou que o mundo flerta “perigosamente com a zona vermelha”.

Há 30 anos, Gorbachov e o então presidente dos EUA, Ronald Reagan, promoviam o princípio do fim da Guerra Fria.

Na quarta-feira (12), surgiu o primeiro sinal de distensão, depois de dias de acusações verbais. Moscou anunciou uma reunião internacional sobre a Síria para este sábado (15) em Lausanne. Visto como uma última chance de diálogo, o encontro colocará frente a frente, mais uma vez, o secretário de Estado americano, John Kerry, e o ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov."

FONTE: ISTO É

Esses são os sonhos que falam sobre um acontecimento Futuro.

  1. Os Símbolos do Diabo pelas Eras!
  2. A Volta de Jesus!

E este é o vídeo que fiz a respeito das datas, onde as ligo (em uma teoria pessoal) a alguns possíveis acontecimentos futuros ou até mesmo antes > Terceira Guerra e os Últimos dias!

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